Background Illustrations provided by: http://edison.rutgers.edu/
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feeli-manning:

This is Susan Robinson, one of the last people in the country who can preform late term abortions after the murder of Dr. George Tiller. This is from an awesome documentary called After Tiller, about the last 4 late-term abortion practitioners in the country.

This documentary is so so powerful and also available on Netflix! I highly recommend it

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fol-k:

juliatpico:

Candelária, Rio de Janeiro.

12/06/2018

A luta de Marielle Franco era, entre muitas coisas, para que crianças como o Marcos Vinicius pudessem ir à escola sem tomar um tiro nas costas. Agora, meses após a morte de ambos, lamentamos a impunidade desses crimes com a certeza que o cenário só tende a piorar em 2019, com a certeza que eles querem mais sangue derramado, o nosso sangue.

“nascem milhares dos nossos cada vez que um nosso cai

mas também matam milhares porra eu não aguento mais”

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martasavana:

Eu tenho tantas coisas incompletas. Tantas coisas que eu gostaria de desenvolver mais, de adentrar

coisas inacabadas… 

como o pensamento de que as palavras guitarra e ferrugem são palavras profundamente complementares.

Eu preciso mais de mim pra esse tipo de coisa. Só não sei ainda como ter mais de mim. É a pergunta que me faço todos os dias “como ser mais de mim? como ter mais de mim?”

O ano acabando e eu fico vendo quantas coisas no caminho que eu deixei e que gostaria de tomar nas mãos novamente, fazer um carinho

rostificar

todas essas coisas sem nome, essas experiências indizíveis… esses planos sem forma que eu simplesmente tive coragem de abandonar, começar e não terminar e não dar um rosto e não.. e não… não sei como

e eu nem falo de pessoas, não sei o que falar quanto a pessoas.

Já me despedi tanto e tanto, e já voltei tanto e tanto, que não sei mais fazer isso, eu acho que perdi o jeito… uma despedida que eu consideraria uma despedida decente no passado, hoje não considero mais, não vejo mais sentido porque eu posso voltar e, assim,  isso tudo logo se esvazia com esses meus movimentos, minhas idas e vindas.

Também continuo me perguntando muito “como posso dar um rosto? como posso atribuir um nome a tudo isso?”

por que tudo o que tenho nas mãos é sempre inacabado e sem forma? e assim, eu sempre termino de mãos vazias no fundo e no fundo… e ao final de tudo as cortinas vão se fechando antes que eu possa atribuir qualquer significado e o que fica são apenas rastros de uma experiência, de uma relação com um fora que nem mesmo teve a chance ou o tempo de ter sido amadurecida por dentro….

amadurecida como eu gostaria, amadurecida de vez, apenas por mim, sozinha, do começo ao fim…

estou sempre nesse trabalho de amadurecimento inacabável e por vezes, doloroso.

O tempo nunca é suficiente para amadurecer tudo, sempre fica algo que escapa. Talvez porque…. será que o que está completamente amadurecido está morto, na verdade? Não, talvez o que está morto é o que está velho demais para estar vivo. 

E agora eu me pergunto, o que está velho demais em mim? o que envelheceu e morreu no caminho? há algo velho e morto e mesmo assim, eu estou tentando retomar, trazer a vida? 

É essa sensação de envelhecimento e morte que me intriga? 

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1leggedslave:

longjump506:

icedriveway:

odinsblog:

Kinda seems like a one sided conversation, doesn’t it? I’m tired of “conversations on race” whenever another innocent, unarmed black person is executed by the police. They’re as perfunctory as they are repetitive.

We need justice, not another hollow conversation that doesn’t change anything and does nothing to prevent the next shooting.

(original image credit: Clay Bennett)

A C C U R A C Y

…fuck

Say it Again!